Manejo responsável • Cuiabá - MT

Controle de Morcegos em Cuiabá

Morcegos utilizando telhados, forros, frestas ou outras áreas da edificação como abrigo? A Inseticerto realiza avaliação do ambiente para identificar pontos de acesso, locais de permanência e medidas adequadas de manejo, exclusão e prevenção.

Técnico uniformizado em uma escada inspecionando com lanterna o beiral e as telhas de uma casa ao entardecer
Inspeção da cobertura

Entenda o serviço

O que é o controle de morcegos em edificações?

O controle de morcegos em áreas urbanas não deve ser tratado como uma dedetização convencional. Morcegos são animais silvestres e desempenham funções importantes no equilíbrio ambiental.

Quando utilizam telhados, forros, frestas e outras estruturas como abrigo, o manejo deve buscar permitir a saída dos animais, impedir o retorno e reduzir condições que favoreçam uma nova ocupação.

A estratégia é definida conforme a ocorrência, a estrutura do imóvel e as condições encontradas no local.

“O objetivo é excluir e prevenir a reentrada — não exterminar os animais.”

Fauna silvestre

Morcegos têm um papel importante na natureza

Existem diversas espécies de morcegos e seus hábitos alimentares variam. Por isso, problemas envolvendo morcegos em edificações devem ser tratados com manejo responsável.

  • 01

    Controle de populações de insetos

  • 02

    Polinização

  • 03

    Dispersão de sementes

  • 04

    Equilíbrio de ecossistemas

Manejo responsável

Morcegos são protegidos pela legislação brasileira

Morcegos fazem parte da fauna silvestre brasileira.

A Lei Federal nº 9.605/1998 estabelece restrições à perseguição, captura e morte de espécimes da fauna silvestre sem autorização da autoridade competente.

Por isso, o objetivo do manejo em edificações é reduzir conflitos entre os animais e as pessoas sem recorrer ao extermínio.

Fonte oficial

Lei Federal nº 9.605/1998 — Art. 29

planalto.gov.br

Abrigos urbanos

Por que morcegos entram em telhados e forros?

Algumas estruturas urbanas oferecem condições semelhantes aos abrigos utilizados naturalmente pelos morcegos.

  1. 01

    Telhados

    Espaços entre telhas, cumeeiras e estruturas de cobertura podem permitir acesso.

  2. 02

    Forros e sótãos

    Áreas protegidas, escuras e pouco movimentadas podem funcionar como abrigo.

  3. 03

    Frestas

    Pequenas aberturas podem permitir a entrada de determinadas espécies.

  4. 04

    Beirais

    Encontros entre paredes, telhados e acabamentos podem criar pontos de acesso.

  5. 05

    Shafts e áreas técnicas

    Estruturas protegidas podem oferecer locais de permanência.

  6. 06

    Aberturas na edificação

    Pontos sem vedação adequada podem permitir entrada e saída.

Situação comum

Morcegos no telhado: o que precisa ser avaliado?

Antes de qualquer vedação é necessário compreender como os animais utilizam a estrutura. Fechar uma abertura enquanto ainda existem morcegos no interior pode causar problemas e impedir a saída dos animais.

A avaliação deve considerar

  • Pontos de entrada
  • Pontos de saída
  • Quantidade aproximada de animais
  • Possíveis acessos alternativos
  • Existência de filhotes
  • Características do telhado

“Nunca vede um abrigo ocupado sem avaliar previamente a situação.”

Atenção especial

A presença de filhotes muda completamente a estratégia

Antes de qualquer processo de exclusão, é fundamental verificar se existem filhotes incapazes de sair do abrigo.

A orientação publicada pelo ICMBio para morcegos em edificações urbanas chama atenção para o período reprodutivo e recomenda evitar procedimentos que possam deixar filhotes presos no interior da estrutura.

Fonte: ICMBio — Morcegos e Edificações Urbanas

Outubro a fevereiro

Período de reprodução citado pelo ICMBio

Março a agosto

Período citado como mais adequado para procedimentos de exclusão em edificações

Os períodos são uma orientação geral e não substituem a avaliação de cada caso: sempre se considera a situação encontrada no local.

Como funciona

Do diagnóstico da estrutura à prevenção de retorno

  1. 01

    Identificamos a ocorrência

    Levantamos informações sobre onde os morcegos aparecem e em quais horários a atividade é percebida.

  2. 02

    Avaliamos os acessos

    São observados pontos de entrada, saída e possíveis abrigos utilizados pelos animais.

  3. 03

    Verificamos as condições do abrigo

    A estratégia considera a estrutura do imóvel, quantidade aproximada de animais e possível presença de filhotes.

  4. 04

    Definimos a exclusão

    Quando aplicável, são consideradas medidas que permitam a saída dos animais sem facilitar seu retorno.

  5. 05

    Vedação e prevenção

    Após confirmação de que o abrigo não está mais ocupado, os acessos podem ser vedados conforme a situação encontrada.

A estratégia é definida conforme a ocorrência, a estrutura do imóvel e as condições encontradas no local.

Exclusão responsável

Permitir a saída e impedir o retorno

Uma das abordagens utilizadas no manejo de morcegos em edificações envolve sistemas de exclusão que possibilitam a saída dos animais e dificultam sua reentrada.

O fechamento definitivo dos acessos deve ocorrer somente após a confirmação de que os animais deixaram o abrigo.

  1. 01Identificar acessos
  2. 02Permitir saída
  3. 03Confirmar desocupação
  4. 04Vedar acessos
  5. 05Monitorar

Referência técnica: ICMBio

Controle responsável

Repelentes químicos não resolvem a origem do problema

O ICMBio orienta a não utilização de repelentes químicos no manejo de morcegos em edificações.

Além do risco de intoxicação, produtos químicos não corrigem os pontos de acesso e podem provocar deslocamento inadequado dos animais.

A solução precisa considerar principalmente

  • Exclusão
  • Adequação da edificação
  • Vedação
  • Prevenção de reentrada

“Controle de morcegos é uma questão de manejo da edificação, não de aplicação de veneno.”

Orientação

Entrou um morcego dentro do imóvel. O que fazer?

  • Evite contato direto com o animal.
  • Não tente segurá-lo com as mãos.
  • Mantenha pessoas e animais domésticos afastados.
  • Quando existir comportamento anormal, animal caído, ferido ou morto, comunique o serviço de vigilância em zoonoses.

Em Cuiabá

Unidade de Vigilância em Zoonoses / Centro de Controle de Zoonoses

Telefone: (65) 3318-6059

Fonte: Prefeitura Municipal de Cuiabá

Saúde

Contato direto com morcegos exige atenção

Morcegos podem participar do ciclo de transmissão da raiva. A transmissão pode ocorrer por mordedura, arranhadura ou outras formas de contato direto com saliva de animal infectado.

Caso exista mordida, arranhão ou contato direto:

Procure imediatamente uma unidade de saúde.

Não aguarde sintomas.

Esta orientação não substitui avaliação médica.

Fonte: Ministério da Saúde — Raiva Humana

Não manipule

Encontrou um morcego no chão, ferido ou morto?

Não toque diretamente no animal.

Morcegos encontrados durante o dia, caídos, mortos ou apresentando comportamento incomum devem ser comunicados às autoridades de vigilância.

“Nunca manipule um morcego diretamente com as mãos.”

Em Cuiabá

Unidade de Vigilância em Zoonoses / Centro de Controle de Zoonoses

Telefone: (65) 3318-6059

Fonte: Prefeitura Municipal de Cuiabá

Higienização

O acúmulo de fezes também exige cuidado

Colônias instaladas em telhados e forros podem provocar acúmulo de fezes e resíduos. O ICMBio orienta cuidados para evitar a suspensão de poeira durante a limpeza dessas áreas, por isso não é recomendado varrer ou aspirar fezes secas diretamente.

“Locais com grande acúmulo devem ser avaliados antes da limpeza.”

Diferentes edificações

Manejo de morcegos em diferentes tipos de imóveis

Residências

Telhados, forros, sótãos e outras estruturas podem apresentar pontos utilizados como abrigo.

Condomínios

Coberturas, áreas técnicas e fachadas podem exigir avaliação dos pontos de acesso.

Empresas e comércios

Estruturas maiores podem apresentar diferentes pontos de entrada e abrigo.

Orçamento

Quanto custa o controle de morcegos em Cuiabá?

O valor depende das características da edificação, altura e acesso ao local, quantidade de pontos de entrada, extensão da área utilizada pelos animais e medidas necessárias para exclusão e prevenção.

Por isso, o orçamento deve considerar a situação específica de cada imóvel.

Nosso compromisso

Manejo responsável para cada situação

Avaliação individual

Cada edificação apresenta acessos e características diferentes.

Respeito à fauna

O objetivo é resolver o conflito sem promover o extermínio dos animais.

Estratégia direcionada

A abordagem considera ocupação, estrutura, acessos e condições do imóvel.

Atendimento local

A Inseticerto está localizada em Cuiabá.

Atendimento em Cuiabá

Controle e manejo de morcegos em Cuiabá

A Inseticerto oferece atendimento relacionado ao manejo de morcegos em edificações de Cuiabá, considerando pontos de acesso, áreas de abrigo e características estruturais do imóvel.

A empresa está localizada no Jardim Imperial, em Cuiabá.

Onde estamos

Jardim ImperialCuiabá - MT

Rua Projetada, S/N — Condomínio Rio Claro
Jardim Imperial, Cuiabá - MT
CEP 78075-901

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre morcegos em edificações

Morcegos não devem ser tratados como insetos ou pragas convencionais. O manejo adequado envolve avaliação da edificação, exclusão responsável, vedação de acessos e medidas preventivas, respeitando a legislação de proteção à fauna.

Morcegos fazem parte da fauna silvestre brasileira. A Lei Federal nº 9.605/1998 estabelece restrições à perseguição, captura e morte de animais silvestres sem a devida autorização.

O ICMBio orienta que repelentes químicos não sejam utilizados para solucionar problemas com morcegos em edificações. Além dos riscos envolvidos, eles não eliminam os pontos de acesso que permitem a ocupação.

O manejo deve começar pela identificação dos acessos e pela avaliação da ocupação. Quando aplicável, podem ser utilizadas estratégias de exclusão que permitem a saída dos animais antes da vedação definitiva dos pontos de entrada.

Não é recomendado. A vedação de um abrigo ainda ocupado pode impedir a saída dos animais, inclusive de filhotes. A situação deve ser avaliada antes do fechamento definitivo.

A orientação publicada pelo ICMBio destaca a necessidade de verificar a presença de filhotes e cita março a agosto como período mais indicado para procedimentos de exclusão em edificações. A avaliação deve considerar a situação específica encontrada.

Morcegos podem participar do ciclo de transmissão da raiva. Em caso de mordedura, arranhadura ou contato direto, procure atendimento de saúde imediatamente.

Não toque diretamente no animal. Mantenha pessoas e animais domésticos afastados e comunique a ocorrência ao serviço de vigilância em zoonoses.

O valor depende das características da edificação, altura, pontos de acesso, extensão da área ocupada e medidas necessárias para exclusão e prevenção. Entre em contato com a Inseticerto para solicitar uma avaliação.

Fale com a Inseticerto

Morcegos utilizando sua edificação como abrigo?

Conte para a Inseticerto onde os animais estão aparecendo e solicite uma avaliação da estrutura e dos possíveis pontos de acesso.

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